Equipamento apresentou falha em seção eleitoral de Candelária e gerou substituição imediata.

Uma urna eletrônica precisou ser substituída na manhã deste domingo, em Candelária, no interior do Rio Grande do Sul, após um problema grave ser identificado pela Justiça Eleitoral.

A suspeita principal é de que a tecla de número três tenha sido colada na máquina instalada na Escola Eveline da Fonseca, impedindo o voto dos eleitores.

O caso mobilizou as autoridades locais e gerou repercussão nacional, conforme informação divulgada por leodias.

Falha na votação do Rio Grande do Sul

O defeito foi percebido inicialmente pelos próprios eleitores que compareceram à seção para votar, comunicando imediatamente a situação aos responsáveis pelo local.

Segundo Rodrigo Collar, chefe do Cartório Eleitoral de Candelária, a tecla afetada deixou de funcionar, impedindo que os cidadãos concluíssem o processo normalmente.

Atuação da Justiça Eleitoral em Candelária

Diante do problema, uma equipe do Cartório Eleitoral e o juiz eleitoral Celso Roberto Mernak Fialho Fagundes foram até o local para acompanhar a ocorrência de perto.

A Justiça Eleitoral trabalha com a hipótese de que a falha tenha sido provocada pela aplicação intencional de cola no equipamento durante o pleito.

Uso de urna de contingência

Para garantir que a votação não fosse encerrada precocemente, uma urna de contingência foi instalada na seção para substituir o equipamento danificado.

O Tribunal Regional Eleitoral garantiu que todos os votos registrados no equipamento anterior permanecem válidos, sem qualquer prejuízo aos eleitores.

Perguntas Frequentes

O que aconteceu com a urna eletrônica em Candelária?

Uma urna foi substituída após suspeita de que a tecla de número três foi colada, impedindo o voto dos eleitores na Escola Eveline da Fonseca.

Os votos anteriores foram perdidos na troca da urna?

Não, o Tribunal Regional Eleitoral confirmou que todos os votos já registrados na máquina substituída continuam válidos e seguros.

Como a Justiça Eleitoral resolveu o problema no RS?

O juiz eleitoral Celso Roberto Mernak Fialho Fagundes acompanhou a substituição do equipamento por uma urna de contingência no interior gaúcho.